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terça-feira, 26 de abril de 2011

Entidades fazem protesto contra o Terminal Marítimo Mar Azul, em São Francisco do Sul

Integrantes de entidades ambientais, sindicatos de trabalhadores portuários, pescadores e outras ONGs de São Francisco do Sul estão programando para esta terça-feira uma uma manifestação contra a instalação do Terminal Marítimo Mar Azul (porto da Norsul).

O protesto está marcado para às 14 horas, em frente ao centro de distribuição Mar Azul (entrada do bairro Laranjeiras).

O processo de licenciamento está no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). O empreendimento gerará, na opinião do movimento Babitonga é Vida, prejuízos ao ecossistema da baía Babitonga e, consequentemente, à atividade pesqueira.

Para os trabalhadores portuários avulsos, a substituição do uso do porto organizado por um terminal privado para a movimentação das bobinas de aço da siderúrgica ArcelorMittal também significará perdas significativas.


Fonte: http://wp.clicrbs.com.br

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Veja na íntegra palestra apresentada em Laguna SC

“ Os Trabalhadores dos Portos Estadualizados e Municipalizados e a Negociação Coletiva "

O tema foi apresentado na cidade de laguna no dia 12 de abril, pelo Advogado do SINTRAPORT- PR, (Paranaguá e Antonina), Doutor, João Carlos Gelasko.

Cique aqui e veja a apresenação completa.

Comunicação FNP

Portuários encaminham carta ao ministro dos Portos contra mudanças na diretoria da Codesa

O Sindicato Unificado da Orla Portuária (Suport-ES), que representa os trabalhadores da Codesa, juntamente com a Intersindical Portuária, ecaminharam na quarta-feira, dia 20 de abril, uma carta na qual manifestam-se contra a mudança na diretoria da companhia docas.

O documento foi encaminhado ao ministro dos Portos, Leônidas Cristino, Casa Civil, bancada federal e Senado, informando a indignação dos trabalhadores por não terem sido convidados a participar do debate sobre as mudanças no comando da empresa.

Entre as abordagens da carta, os trabalhadores defendem que a companhia docas seja liderada por gestores com capacidade técnica e não apenas por indicações políticas.

Veja a carta na íntegra no anexo.

Com informações: Roberto Hernandes, presidente do Suport-ES

OGMO É Investigado Por Descumprir Determinação da Receita Federal


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Presidente da FNP quer gestão técnica nas Autoridades Portuárias

Texto atualizado em 20 de Abril de 2011 -
Vera Gasparetto de Florianópolis/SC


Já são mais de 100 dias à frente da Secretaria de Portos (SEP), mas assim mesmo atores do mundo portuário nacional não se arriscam a avaliar os primeiros dias de Leônidas Cristino à frente da secretaria. É o caso do presidente da Federação Nacional dos Portuários, Eduardo Guterra, para quem é cedo para críticas ou elogios sobre a atuação do ministro.

Mas se é cedo para avaliações, não é para defender posições estratégicas nos portos públicos. Guterra reafirma que os portuários do País querem que seja mantido um viés técnico e profissional nas diretorias das Autoridades Portuárias dos portos brasileiros. “É preciso ter critérios e não achar que vai mudar hoje a direção das docas. Essa é uma decisão política que não é só do ministro, mas também da presidenta Dilma e da Casa Civil”.

Ele lembra que, no processo eleitoral presidencial de 2010, os portuários encaminharam para a então candidata Dilma Rousseff a reivindicação de que se eleita colocasse uma quota técnica dela, pessoal, e que não se entrasse na discussão da divisão de cargos por quota partidária.

“Posicionamo-nos contra a SEP entrar nesse critério [político partidário], mas não fomos atendidos”, referindo-se a definição do nome do atual ministro que passou pela discussão partidária do PSB, sem levar em conta um nome técnico da área. “Isso foi uma surpresa para nós. Defendemos que os portos sejam gestados por pessoas preparadas, com métodos modernos de administração, uma gestão profissional, com capacitação, que os trabalhadores sejam prestigiados, com renovação de quadros”.

Sobre o setor portuário nacional, Guterra entende que a “privatização velada” do setor é um problema sério que precisa ser resolvido. Ele cita alguns casos de terminais privativos, como o de Navegantes e Itapoá (em Santa Catarina) e da Embraport, no Porto de Santos (São Paulo).

“Não concordamos que esses três terminais tenham tratamento diferenciado em relação aos terminais que passaram por um processo de licitação. Essa concorrência é de interesse dos empresários e dos trabalhadores portuários, porque afeta a receita das empresas públicas e porque muitos desses terminais deixam o portuário do sistema. Porto tem que respeitar a lei, ter Conselho de Autoridade Portuária (CAP), Ogmo (Órgão Gestor de Mão de Obra) e gestão pública”.