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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

PORTOS DECIDEM ENTRAR EM ESTADO DE GREVE





Portuários em estado de greve
25/08/2010

Em congresso, Federação Nacional dos Portuários aprovou ação em defesa dos portos públicos com desenvolvimento econômico e justiça social

Escrito por: Janara Rodrigues (FNP) e Luiz Carvalho Fotos: Marcelo Lima

No último domingo 22 de agosto, a Federação Nacional dos Portuários (FNP) encerrou seu 10º Congresso Nacional. Com a participação de mais de 300 delegados, representando 32 sindicatos, a assembleia da categoria definiu de forma unânime entrar em estado de greve.

A posição representa o alerta máximo sobre o Portus, o plano de pensão dos trabalhadores do setor. A qualquer momento uma greve geral em todos os portos do país pode ser deflagrada.

O problema está no repasse de R$ 310 milhões prometidos pelo presidente Lula para saldar o Plano de Previdência Complementar dos Portuários. Esta situação já se arrasta desde 2008 quando o presidente Lula, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), o ministro Luiz Marinho (Previdência) e o secretário do Tesouro Nacional, Arno Hugo Augustin Filho, se comprometeram com o ministro da Secretaria de Portos, Pedro Brito, a não liquidar o Portus e fazer um aporte de R$ 400 milhões. Desse valor, apenas R$ 90 milhões foram repassados.

A dívida que ultrapassa R$1,5 bilhões é em decorrência do não reconhecimento das pendências pelas patrocinadoras, da RTSA pela União e pela extinção da Portobrás. O presidente da Federação Nacional dos Portuários, Eduardo Lírio Guterra, comenta que apesar de avanços como a criação da Secretaria de Portos durante o governo Lula, demonstrando o retorno do papel do Estado na formulação de políticas e projetos de investimento no setor aeroportuário, ainda há quem aposta no retrocesso. “Queremos também mostrar que não concordamos com quem só sabe ameaçar o Portus de liquidação, ao invés de propor saídas para o impasse”, diz.

A Federação Nacional dos Portuários enfatizou a importância do congresso para os trabalhadores e entre os assuntos debates destacam-se a segurança portuária pública (guarda portuária) aposentadoria especial; plano de cargos, carreiras e salários; a garantia do concurso público; a reestruturação das companhias docas, o trabalho avulso; as composições do CAP/OGMO; a manutenção da Secretaria de Portos; a gestão portuária de qualidade (contra a privatização) e os portos delegados a estados e municípios.

Filiação à CUT

Outra importante decisão foi a de manter a Filiação à CUT, bem como a de que, até 31 de dezembro de 2010, os sindicatos devem se filiar à central. Esta definição foi colocada em votação na plenária e também aprovada por unanimidade. Para isso, a FNP e os sindicatos filiados farão intensa campanha de filiação, seminários, bem como cursos de concepção e prática sindical.

Durante a solenidade de abertura, além do presidente da FNP, estiveram presente diversas autoridades ligadas ao setor como o ministro da Secretaria de Portos, Pedro Brito, os presidentes da Codesa, Ângelo Batista, da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), Jorge Melo, da Confederação Nacional dos Trabalhadores de Transporte da CUT, Paulo Eustásia, da Unaportus, Vilson Arsênio e da Federação Nacional de Trabalhadores Avulsos, Mário Teixeira. Também compareceram o representante da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), Armando Amorim, o diretor executivo da CUT, Pedro Armengol, o diretor executivo da Federação Nacional de Operadores Portuários, William Keid Júnior, e o diretor presidente do Portus-Instituto de Seguridade Social, Eduardo Celso de Araújo Marinho.

Balanço

Segundo o presidente da FNP, o encontro que não se realizava há nove anos serviu para reorganizar a categoria e definir os pontos fundamentais da luta. “Como estamos em um momento eleitoral importante e o setor portuário é estratégico para a economia, um evento como esse é essencial para que pudessemos fazer nossas propostas e reivindicações. O próximo passo é entregar aos ministros e à candidata Dilma Rousseff”, afirmou Eduardo Gueterra.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Federação dos Portuários decide entrar em estado de greve

Da Redação
Portuários de todo o País reunidos no 10º Congresso Nacional dos Trabalhadores Portuários, realizado em Brasília, decidiram entrar em estado de greve.

A decisão, segundo o presidente da Federação, Eduardo Lírio Guterra, representa o alerta máximo sobre um assunto polêmico: o Portus – Instituto de Seguridade Social dos Portuários. A qualquer momento uma greve geral em todos os portos do País pode ser deflagrada.

Isso se não houver o repasse dos R$ 310 milhões restantes da promessa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E se não houver uma negociação ou sinalização para o real e efetivo pagamento do Plano de Previdência Complementar dos Portuários.

Na época prometeram, também, um aporte de recursos da ordem de R$ 400 milhões. Entretanto, do montante prometido só foram repassados R$ 90 milhões.

A dívida que ultrapassa R$ 1,5 bilhão é em decorrência do não reconhecimento das dívidas pelas patrocinadoras, no caso as companhias docas; e também pela extinção da Portobras.


Leia a matéria completa na edição desta quarta-feira, em A Tribuna.

Matéria sobre o X CONPORT, é divulgada no site A TRIBUNA em versão on line e impressa

Confira no link abaixo a versão on line.

http://www.atribuna.com.br/noticias.asp?idnoticia=52434&idDepartamento=26&idCategoria=66

Aguardem as fotos do Congresso.

Comunicação FNP
Janara Rodrigues

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Portal T1 divulga o X CONPORT

Acessem o link abaixo e veja na íntegra a matéria divulgada.


http://http://www.agenciat1.com.br/2559-portuarios-decidem-entrar-em-estado-de-greve/

Aguardem as fotos do X CONPORT.

Assessoria de Comunicacao FNP
Janara Rodrigues

Suport- Bahia Divulga o X CONPORT

“PORTOS PÚBLICOS COM DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E JUSTIÇA SOCIAL”

Com este lema, a FNP encerrou no último domingo 22 o Décimo Congresso Nacional dos Trabalhadores Portuários, que começou no dia 19, quinta feira. Realizado em Brasilia na sede da Confederação dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG). Em sua noite de abertura,o Congresso contou ainda com a presença ilustre do Ministro da Secretaria de Portos Pedro Brito.

O Congresso reuniu mais de 350 portuários de todo País. abrilhantaram o evento, diversas autoridades ligadas ao setor. Como: Eduardo Lírio Guterra, Presidente da Federação Nacional dos Portuários, Ângelo Batista, Presidente da Codesa, Jorge Melo, Presidente da CDRJ, Armando Antonio Amorim Representante da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP). Paulo Eustásia, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores de Transporte da CUT, Pedro Armengol Diretor Executivo Nacional da CUT, William Keid JR., Diretor executivo da Federação Nacional dos Operadores Portuários, Vilson Arsênio Presidente da Unaportus, Mário Teixeira, Presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores Avulsos, Eduardo Celso de Araújo Marinho, Diretor Presidente do Portus- Instituto de Seguridade Social.

A FNP, enfatizou a importância do Congresso para os trabalhadores e dentre as frentes de trabalho realizadas, se destacaram: Segurança Portuária Pública (Guarda Portuária) aposentadoria especial; plano de cargos, carreiras e salários; a garantia do concurso público; a reestruturação das companhias docas, trabalho avulso, as composições do CAP/OGMO, Manutenção da Secretaria de Portos, Gestão Portuária de Qualidade (contra a privatização), Portos Delegados á Estados e Municípios entre outras.

Aprovado por unanimidade na Plenária de encerramento, a categoria decidiu entrar em “Estado de Greve”. A tomada de decisão da categoria representa o alerta máximo, sobre um assunto polêmico: PORTUS. A qualquer momento uma greve geral em todos os portos do país pode ser deflagrada.

Segundo os sindicatos filiados a FNP, “Isso se não houver o repasse dos R$ 310 milhões restantes da promessa do Presidente Lula, e se não houver uma negociação ou sinalização para o real e efetivo saldamento do Plano de Previdência Complementar dos Portuários”. Esta situação já se arrasta desde 2008 quando o Presidente Lula, Ministra Dilma, Ministro Marinho, Secretário do Tesouro, se comprometeram com o Ministro da Secretaria de Portos, Pedro Brito, que o PORTUS não seria liquidado e prometeu um aporte de R$ 400 milhões, dessa promessa, só foram repassados R$ 90 milhões.

A dívida que ultrapassa R$1,5bi é em decorrência do não reconhecimento das dividas pelas patrocinadoras, da RTSA pela União e pela extinção da Portobrás. O estado de greve também é uma medida para se contrapor a setores do Governo que só sabem ameaçar o PORTUS de liquidação e medidas duras, ao invés de propor saídas para o impasse.

Devido à relevância dos temas, principalmente por ser um ano eleitoral em que diversas decisões são tomadas, e que afetam diretamente os trabalhadores, este assunto se torna relevante diante do cenário político em que o país vive. Sindicatos filiados á FNP, também destacaram os pontos mais importantes do X CONPORT. SUPORT -BAHIA deu destaque, leia maishttp://www.suport-ba.org.br/noticia.php?id=1362



Janara Rodrigues
Comunicação FNP