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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Importação em alta muda rotina nos portos

Santos, as cargas de importação nos pátios dos principais terminais superam os contêineres carregados para exportação. Hoje 55% dos contêineres cheios no Tecon Santos, principal terminal do setor no Brasil, são de produtos importados e 45% correspondem a caixas carregadas para exportação. Historicamente, a relação no terminal foi inversa.

"Isso significa um aumento de 10 pontos percentuais em relação a 2009", disse Caio Morel, diretor de operações da Santos Brasil. Ele avaliou que a tendência é de manutenção dessa dinâmica até o fim do ano. Impulsionadas pela valorização do real, as importações estão sustentando grande parte do crescimento dos terminais de contêineres este ano. Só em agosto, o Tecon Santos movimentou 31.848 unidades na importação, 66% acima do mesmo mês de 2009. De janeiro a setembro, o terminal movimentou no total (exportações e importações) 625.330 unidades, segundo a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). O número foi 26,4% maior do que as 494.606 mil unidades dos nove meses do ano passado.

No conjunto, o porto de Santos movimentou 1,27 milhão de contêineres de janeiro a setembro, 18,7% acima do volume de pouco mais de um milhão de unidades registrado em igual período de 2009. Na importação, o fluxo de contêineres no porto atingiu 645,8 mil unidades até setembro de 2010, com aumento de 20,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Na exportação, o crescimento foi de quase 17%.

No Rio, que tem tradição de ser um porto importador, os desembarques estão ainda mais fortes. A MultiRio, um dos terminais de contêineres do porto, movimentou 42,3 mil unidades cheias na importação de janeiro a setembro, crescimento de 46% em relação a igual período de 2009. "A importação é o motor que está fazendo a movimentação crescer", disse Luiz Henrique Carneiro, presidente da MultiRio. No Sul e no Nordeste, as importações também estão em alta.

No terminal da Portonave, em Itajaí (SC), as importações aumentaram 103% em nove meses de 2010 na comparação com o mesmo período de 2009. "Câmbio e incentivos fiscais existentes em Santa Catarina ajudam a explicar esse crescimento", disse o gerente comercial da Portonave, Juliano Perin. O mix de carga na empresa se alterou de forma importante. Em 2008, 20% da movimentação do terminal equivaliam a fluxos de importação, percentual que este ano, na média até setembro, situou-se em 45%, disse Perin.

A Wilson, Sons também registra aumento das importações. No terminal da empresa em Rio Grande (RS), os desembarques de contêineres cheios cresceram 57% até setembro, enquanto as exportações caíram 13% em volume no mesmo período. Em Salvador, onde a empresa tem outro terminal, a importação cresceu 30% e a exportação caiu 13% de janeiro a setembro em relação a igual período do ano passado.

Nos terminais da Wilson, Sons a exportação é maior do que a importação. Em Rio Grande, em 2008, de cada 100 contêineres movimentados 25 eram de importação e 75 de exportação. Em 2010, essa relação alterou-se para 30-70. O forte crescimento da importação compensa a queda da exportação na movimentação dos terminais, disse Sérgio Fisher, vice-presidente de terminais e logística da empresa.

Embora o tempo de permanência das importações nos terminais seja maior do que o tempo gasto na exportação, em função de providências burocráticas (no Tecon Santos está em 13 dias, ante 7 das exportações), o aumento dos desembarques tende a equilibrar o fluxo de contêineres. "Acaba havendo sobra de contêineres vazios para serem reposicionados para exportação", disse Caio Morel, diretor da Santos Brasil.

Uma carga que tem se beneficiado da oferta de cofres é o açúcar. Tradicionalmente embarcada solta ou ensacada em navios graneleiros, a commodity vem sendo conteinerizada. Além disso, a remuneração do contêiner cheio na movimentação portuária é superior à do vazio, mas o executivo não disse quanto.

O presidente da Codesp, José Roberto Correia Serra, disse que com o crescimento exponencial das importações os terminais estão com a capacidade "super utilizada". Questionado sobre supostos gargalos e sobre reclamações de que há filas de navios de contêineres no porto, Serra disse que se trata mais de uma questão circunstancial e não de falta de infraestrutura. Ele afirmou que as obras de dragagem por vezes interrompem o tráfego no canal.

Gustavo Pecly, diretor-presidente da Libra Terminais, disse que o ideal é que o movimento entre exportação e importação seja equilibrado. Assim, é mais fácil administrar a ocupação dos terminais ainda mais em Santos, onde a gestão de espaços é importante. Pecly disse que, em Santos, cerca de 55% dos contêineres cheios são de cargas de importação e 45% de exportação, percentuais iguais aos da Santos Brasil. "A relação já foi meio a meio", disse Pecly.

A Libra reformou um armazém para operar carga solta em Santos e tem planos de expansão não só no principal porto do país como também no Rio. Outras empresas como Multiterminais e Wilson, Sons também preparam investimentos de expansão dos seus terminais, o que lhes permitirá continuar a atender o crescimento do comércio exterior brasileiro .

Agnes Barbeito de Vasconcellos, presidente do Tecondi (Terminal para Contêineres da Margem Direita) de Santos, afirma que em tempos de pujança das importações as cargas permanecem mais tempo nos terminais e isso acaba se refletindo nos acessos ao porto, que ficam mais congestionados. De janeiro a agosto, os desembarques no Tecondi - que tem cerca de 15% de participação na movimentação de contêineres de Santos - totalizaram 94,5 mil TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés), 86,3% a mais do que no mesmo período de 2009. As exportações em oito meses fecharam em 78,9 mil TEUs, aumento de 20,6% sobre o mesmo período de 2009.

(Fonte: Valor Econômico/Fernanda Pires* e Francisco Góes | De Santos e do Rio)

Rio e Salvador têm projetos de ampliação de R$ 1 bilhão

Do Rio - Libra, Multiterminais e Wilson, Sons têm programados investimentos de cerca de R$ 1 bilhão para expandir a capacidade de movimentação de terminais de contêineres e automóveis nos portos do Rio e de Salvador. Cerca de 80% desses recursos serão aplicados no porto do Rio pela Multiterminais e grupo Libra.

Luiz Henrique Carneiro, presidente da Multi-Rio, ligada ao grupo Multiterminais, disse que em três anos o porto do Rio deverá ter capacidade para movimentar 2 milhões de TEUs (contêiner equivalente a 20 pés) por ano, volume equivalente a 4,65 vezes a movimentação projetada para 2010. Carneiro disse que a capacidade atual da MultiRio é de 665 mil TEUs por ano, número que deverá ser expandido em cerca de 50% e atingir 1 milhão de TEUs por ano.

O projeto da Multi-Rio já foi analisado pela Companhia Docas do Estado do Rio de Janeiro (CDRJ) e depende de aprovação da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Carneiro disse que o investimento total no projeto, considerando-se construções e obras, deve situar-se em R$ 500 milhões, 66% acima da projeção inicial que era de R$ 300 milhões. Os recursos consideram a expansão da Multi-Rio e da Multi-Car, empresa do grupo que movimenta automóveis e que vai se expandir por meio da construção de um edifício-garagem no porto.

A Libra também vai ampliar a capacidade do terminal de contêineres no Rio, um investimento de R$ 350 milhões, disse Gustavo Pecly, diretor-presidente da Libra Terminais. A estimativa inicial da Libra era investir R$ 270 milhões. No mercado, comenta-se que está havendo um encarecimento por força de aumentos nos custos de equipamentos e da construção. O plano da Libra é mais do que dobrar a capacidade de movimentação de contêineres no Rio.

O projeto passa por negociações com CDRJ e Antaq. A Libra tem projeto de integrar os terminais que detém em Santos, mas depende de entendimentos com a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). Por enquanto, a Libra investiu R$ 15 milhões para reformar um de seus armazéns em Santos para operar carga solta, o que garante capacidade adicional de armazenar o equivalente a mais de mil contêineres por mês.

Em Salvador, a Wilson, Sons conseguiu autorização para expandir o terminal da empresa em um investimento de R$ 100 milhões, entre recursos próprios e financiamentos, disse Sergio Fisher, vice-presidente de terminais e logística. O projeto visa adequar o terminal ao crescimento de tamanho dos navios.

(Fonte: Valor Econômico/FG)

sábado, 23 de outubro de 2010

Portuário denuncia irregularidades trabalhistas no Porto do Aratu

Bruno Rios
reportagem

O trabalhador portuário Jorge Haile procurou o PortoGente para relatar o que ele classifica como irregularidades gritantes no dia a dia do Porto de Aratu, na Bahia. De acordo com Jorge, em mais de uma oportunidade foram chamadas pessoas alheias ao sistema portuário para o serviço de atracação e desatracação de navios, que prevê a utilização de mão de obra avulsa neste caso.

* Diretor da Intermarítima rebate acusações e as classifica de irresponsáveis

“É uma situação totalmente ilegal. Pela lei, o serviço de atracação é nosso e estão querendo tirar o trabalho das mãos dos avulsos para substituir a gente por uma mão de obra mais barata, ganhando um salário-mínimo e nada mais. Trata-se de uma ousadia sem tamanho o que vem ocorrendo em Aratu e procurei PortoGente para mostrar ao Brasil o descaso conosco. Na última vez em que deu problema aqui na Bahia, quiseram colocar à força gente que não é avulsa.”

Jorge Haile refere-se ao dia 7 de outubro, última vez que a empresa Vetor, segundo ele auxiliada por uma operadora portuária, a Intermarítima, levou ao Porto de Aratu vários trabalhadores que não eram portuários, tampouco faziam parte do registro de dados do Órgão Gestor de Mão de Obra de Salvador e Aratu (Ogmosa).

“Queriam colocar gente que nada sabe do trabalho no Porto de Aratu para realizar o trabalho de atracação de navios. Tentaram tirar o avulso à força e colocar os seus funcionários, desrespeitando a lei. No dia 7, tinha gente que nem nadar sabia e a empresa empurrara para o serviço. Como alguém assim pode prestar um serviço no porto? E tudo isso ocorreu com a conivência da Codeba e da Guarda Portuária, que tentou intimidar os avulsos”.

O portuário acredita que a investida de empresários sobre o serviço de atracação e desatracação de navios tem, sobretudo, motivação financeira. “É simples. O dono do navio paga R$ 4 mil para cada um que o atraca em terra. A diária do avulso é de R$ 52,00. Se não mudar nada, o intermediário fica com R$ 3,9 mil na mão. E se tirar o avulso, o lucro sobe ainda mais.”

Fonte: PortoGente

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

“A importância da Gestão Portuária Pública para a Eficiência do Setor Portuário Brasileiro”




Este foi o Tema do Seminário que Movimentou a Cidade de Santos durante dois dias

Nos últimos dias, 19 e 20 de outubro, a Federação Nacional dos Portuários (FNP), DIEESE e o SINDAPORT, movimentaram a cidade de Santos em São Paulo. O encontro das entidades foi para a realização do seminário: “A importância da Gestão Portuária Pública para a Eficiência do Setor Portuário Brasileiro” que aconteceu no auditório Waldemar Neves Guerra, localizado na própria sede do sindicato.



Durante a solenidade de abertura, autoridades locais e do setor portuário prestigiaram o evento. Para composição da mesa, o evento contou com a s presenças de lideranças como: Presidente da FNP, Eduardo Lírio Guterra; Presidente do Sindaport Everandy Cirino, Secretário de organização sindical da CUT Nacional Jacy Afonso; Sérgio Aquino representante da Prefeitura de São Paulo, Daniel Lúcio Souza Consultor Portuário, José Ricardo Ruschel representante e Assessor da SEP, Carlos Campos, Coordenador e infraestrutura econômica do IPEA, Aroldo e Sérgio Mendonça do Dieese, Mauro Salgado presidente da Fenop e Mário Teixeira, presidente da Fecconvib.

O Seminário foi decisivo para os trabalhadores portuários que tiveram a oportunidade de entregar ao Ministro da Secretária de Portos, Pedro Brito, o Manifesto em apoio para eleger Dilma Roussef Presidente do País. Documento este, elaborado pela FNP com o apoio de todos os sindicatos portuários filiados.




O documento propõe defender o Aumento dos Investimentos na infraestrutura portuária e na logística de transportes através do PAC- (Programa de Aceleração do Crescimento); O Fortalecimento da Previdência Complementar no Setor Portuário; Manutenção da Secretaria Especial de Portos; Manutenção das administrações Públicas, Profissionalização da Gestão Portuária; valorização do Trabalho Portuário. Com estas propostas o documento foi assinado por todos os sindicatos filiados a FNP e entregue nas mãos do Ministro que compareceu ao seminário no último dia do evento.

Na manhã do dia 20, presidentes dos sindicatos filiados á FNP e seus representantes se reuniram para darem continuidade aos trabalhos realizados no dia anterior. A discussão girou em torno de quais encaminhamentos deverão ser dados e quais decisões irão ser tomadas. Um grupo técnico será formado para representar os trabalhadores diante do governo, entre esta comissão, um representante do Dieese integrará a equipe. Esta decisão foi tomada por meio de voto, entre os sindicalistas presentes.


Veja todas as fotos em nossa galeria.

Comunicação FNP
Janara Rodrigues





quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Clipping Portuário- Seminário realizado em Santos pela FNP , em parceria com o DIEESE e o Sindaport, teve destaque em alguns veículos de comunicação

Seminário

Sindicalistas e autoridades defendem manutenção da gestão pública dos portos
De A Tribuna On-line




Sindicalistas e autoridades defenderam a manutenção da gestão pública dos portos brasileiros, durante a abertura do seminário “A importância da gestão portuária pública para eficiência do setor portuário brasileiro”, que acontece até esta quarta-feira, da sede do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport).

"Porto é interesse público e a gestão portuária pública tem que ser uma bandeira inegociável", afirmou o presidente do Conselho de Autoridade Portuária de Santos (CAP), Sérgio Aquino.

Para o presidente da Federação Nacional dos Portuários, Eduardo Guerra, o setor precisa defender a modernização dos complexos, mas garantindo que sejam públicos. A mesma defesa foi feita ainda por José Ricardo Ruschel, assessor especial do ministro da Secretaria de Portos (SEP) da presidência da República, Pedro Brito.

O seminário é realizado pela Federação Nacional dos Portuários em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e o Sindaport/SP.


Sindicalista portuário quer diretoria de docas paritária
PortoGente



Todos os cargos de superintendências devem ser ocupados por funcionários de carreira. E as diretorias da empresa devem ser compostas por 50% do quadro de carreira e os outros 50% como cargo de confiança ou indicação. Esta é a fórmula ideal para a composição das Autoridades Portuárias do País apresentada pelo presidente do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária do Porto de Santos (Sindaport), Everandy Cirino, no último dia do seminário nacional “Importância da Gestão Portuária Pública para a Eficiência do Setor Portuário Brasileiro”, nesta quarta-feira (20), em Santos.

Uma forma, explica, de valorizar o quadro de carreira das companhias docas. Cirino também externou a vontade de discutir a permanência do ministro Pedro Brito à frente da Secretaria de Portos (SEP), caso a candidata Dilma Rousseff, apoiada pelo presidente Lula, seja eleita no dia 31 próximo.

Leia também
* Portuários divulgam manifesto em apoio a Dilma Rousseff

Portuários defendem gestão pública
20/10/2010A Tribuna - Porto e Mar -


Sindicatos de trabalhadores portuários de todo o Brasil e autoridades defenderam ontem, em Santos, a manutenção da gestão pública dos complexo nacionais, com o fortalecimento da Secretaria de Portos (SEP). O pleito será encaminhado apenas à candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, apoiada pelo segmento. A estratégia foi definida no seminário A importância da gestão pública para a eficiência do setor portuário brasileiro, realizado na sede do Sindicato dos Empregados na Admi nistração Portuária (Sindaport). O evento termina hoje. Os sindicalistas portuários enviarão o documento com a proposta apenas a Dilma por considerarem que José Serra, candidato à Presidência da República pelo PSDB, é contrário à SEP, criada no Governo Lula e considerada um marco do setor portuário nacional. Eles se baseiam no anúncio feito pelo tucano, no início de sua campanha, de que extinguirá a pasta, reintegrando os portos ao Ministério dos Transportes. À época, a proposta de Serra foi corrigida pelo prefeito de Santos, João Paulo Papa, ao afirmar que a ideia do candidato visa integrar, "numa mesma estrutura, os principais instrumentos de logística". Conforme o prefeito, não passou pela cabeça do ex-governador reduzir a importância dos portos no desenvolvimento do País. O teor da carta a ser enviada a Dilma foi revelado com exclusividade para A Tribuna pelo presidente da Federação Nacional dos Portuários (FNP), Eduardo Guterra, e pelo presidente do Sindaport, Everandy Cirino dos Santos. Nela, os sindicatos de portuários do País pedem o aumento dos investimentos na infraestrutura portuária, o fortalecimento da previdência complementar no setor, a manutenção da SEP e das administrações portuárias públicas, a profissionalização da gestão e a valorização do trabalho no meio. "Temos que blindar a gestão portuária. Também temos que lutar para manter e fortalecer a SEP, ou vamos voltar para dentro do Ministério dos Transportes e de novo seremos jogados para quinto plano",disse Guterra, na abertura do seminário. No evento, o secretário de Assuntos Portuários e Marítimos de Santos e do Conselho de Autoridade Portuária (CAP), Sérgio Aquino, defendeu a continuidade do caráter público, porém com a descentralização da administração, incluindo cada vez mais os municípios na condução dos seus complexos.

Modernização dos portos e participação dos trabalhadores
20/10/2010

Seminário portuário realizado em Santos debateu a Importância da gestão portuária pública para a eficiência do setor
Escrito por: CUT Nacional*


Representantes de trabalhadores portuários de todo o país e autoridades estiveram reunidos nos dias 19 e 20 de outubro, no seminário “A Importância da Gestão Portuária Pública para Eficiência do Setor Portuário Brasileiro”, realizado no auditório da sede do SINDAPORT (Sindicato dos Empregados na Administração Portuária), em Santos/São Paulo. O evento foi promovido pela Federação Nacional dos Portuários em parceria com o DIEESE.


O ministro de Portos, Pedro Brito, participou da abertura do seminário que contou com a presença dos consultores José Ricardo Ruschel dos Santos e Daniel Lúcio Souza que falaram sobre a “Organização institucional e a gestão dos portos brasileiros”.

O presidente do SINDAPORT e vice-presidente da Federação Nacional dos Portuários, Everandy Cirino dos Santos, destacou a importância do evento para a discussão de assuntos de grande relevância para o setor portuário. “A infraestrutura e a modernização dos portos, bem como a participação dos trabalhadores diante das mudanças que atingem o setor estiveram entre os temas debatidos. É muito importante a realização de um evento como este aqui em Santos onde está o maior porto do país”, ressaltou.


A CUT esteve representada por Jacy Afonso de Melo, secretário nacional de Organização. Representantes do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Federação Nacional dos Operadores Portuários (Fenop), Prefeitura de Santos e sindicatos de trabalhadores portuários de todo o país também marcaram presença no evento.


Confira abaixo os temas discutidos no evento:



- Organização institucional e gestão dos portos brasileiros - José Ricardo Ruschel dos Santos, assessor Especial da Secretaria de Portos e Daniel Lúcio Souza, consultor portuário;


– A modernização e os investimentos nos portos brasileiros - Carlos Álvares da Silva Campos Neto, coordenador de Infraestrutura Econômica do Ipea;


- O desenvolvimento brasileiro, os trabalhadores e a infraestrutura portuária - Sérgio Mendonça, do Dieese/SP;


- Os desafios dos portos brasileiros na visão dos atores sociais - Eduardo Lirio Guterra, presidente da FNP e Mauro Salgado, presidente da FENOP;


Além deste temas, o evento discutiu a necessidade de se realizar um projeto com propostas para o setor portuário, bem como a criação de um Grupo de Trabalho técnico para elaborar a Minuta do Projeto a ser apresentado ao BNDES.


Os Portuários também emitiram um manifesto em apoio à continuidade do projeto iniciado no governo Lula, expresso na candidatura de Dilma Rousseff.



A Federação Nacional dos Portuários e mais treze entidades representativas do setor assinaram o documento que traz entre os pontos principais:

Aumento dos investimentos na infraestrutura portuária e na logística de transportes através do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento;
Fortalecimento da Previdência Complementar no setor portuário;
Manutenção da Secretaria Especial de Portos-SEP;
Manutenção das Administrações Portuárias Públicas;
Profissionalização da Gestão Portuária;
Valorização do Trabalho Portuário;

* com informações do Sindaport.

Federação Nacional dos Portuários realiza seminário sobre Gestão PortuáriaA atividade inicia nesta terça-feira, dia 19, na cidade de Santos, litoral de SP.

A Federação Nacional dos Portuários (FNP-CUT) em parceria com o DIEESE e o SINDAPORT/SP realizam nos dias 19 e 20 de outubro na cidade de Santos, o seminário “A Importância da Gestão Portuária Pública para Eficiência do Setor Portuário Brasileiro”. O evento reunirá autoridades do setor tais como a Secretaria Especial de Portos (SEP), bem como representantes do IPEA, FENOP, FECCONVIB, CUT, Prefeitura de Santos e dos sindicatos filiados à FNP-CUT. (foto: Eduardo Guterra e o Ministro dos Portos, Pedro Brito)
O encontro debaterá os seguintes temas: organização institucional e gestão dos portos brasileiros; a modernização e os investimentos nos portos; o desenvolvimento brasileiro; os trabalhadores e a infraestrutua Portuária e os desafios dos portos brasileiros na visão dos atores sociais.
Segundo o presidente da FNP e vice-presidente da CNTT-CUT, Eduardo Guterra, a atividade também versará a importância do papel do Estado e do Setor Privado. “Queremos aprofundar o debate sobre estes temas que são tão importantes para os todos os trabalhadores portuários”, enfatizou.

Serviço:
Seminário “A Importância da Gestão Portuária Pública para Eficiência do Setor Portuário Brasileiro”.
Local: Auditório do Sindaport/SP- Rua Júlio Conceição, nº 91- Santos-SP
Data: 19 e 20 de outubro de 2010
Abertura: 09 horas do dia 19/10/2010

Com informações do Blog da FNP ( www.fnportuarios.blogspot.com)
Transportando CNTT-CUT

Secretário Nacional de Comunicação: Célio Barros
Assessoria de Comunicação: Mídia Consulte
Redação: imprensa@cntt-cut.org.br - transportando@cntt-cut.org.br
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Seminário sobre Gestão Portuária agita São Paulo


Publicada dia 16 de October de 2010




Nas próximas terça (19) e quarta feira (20) acontece no Auditório do Sindaport/ SP, localizado na Cidade de Santos (SP), o seminário “A Importância da Gestão Portuária Pública para Eficiência do Setor Portuário Brasileiro”.

O evento contará com a presença de autoridades da Secretária Especial de Portos (SEP) e representantes de entidades como o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a Federação Nacional dos Operadores Portuários (FENOP), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Prefeitura de Santos, os Sindicatos filiados à Federação Nacional dos Portuários (FNP) e outros convidados.

O evento é realizado pela Federação Nacional dos Portuários em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e o SINDAPORT/SP.

Entre os temas que serão abordados durante o encontro estão: ‘Organização Institucional e Gestão dos Portos Brasileiros’, ‘A modernização e os investimentos nos Portos’, ‘Desenvolvimento Brasileiro, os trabalhadores e a infraestrutua Portuária’, ‘Desafios dos Portos Brasileiros na visão dos atores Sociais’ e ‘O papel do Estado e do Setor Privado’.

Mattedi – Assessoria de comunicação/ ASSECS – assecs@codesa.gov.br)