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segunda-feira, 21 de março de 2011

Portos registram aumento de 16% na movimentação no primeiro bimestre deste ano

G1

Os portos paranaenses tiveram um aumento de 16% no movimento de mercadorias no primeiro bimestre de 2011, de acordo com o governo do estado. Foram 5,3 milhões de toneladas de cargas movimentadas, contra 4,6 milhões de toneladas no mesmo período de 2010.
O Porto de Antonina apresentou os melhores resultados principalmente na importação de fertilizantes, trigo e exportação de congelados. Até o fim de março, o porto movimentou 310,5 mil toneladas de mercadorias. No ano passado, no mesmo período, foram pouco mais de 4 mil toneladas movimentadas.
No Porto de Paranaguá, considerando apenas a carga geral, o aumento na movimentação foi de 14%. Nos graneis sólidos também foi verificada alta de 12%, sendo que o destaque foi a importação de fertilizantes, que fechou o primeiro bimestre com 1,1 milhão de toneladas importadas, volume 22% superior ao registrado no ano passado.
Já a exportação de grãos foi bastante prejudicada em fevereiro por conta das chuvas. As exportações de soja, milho e farelo de soja foram menores do que em fevereiro do ano passado, porque o embarque nos navios ficou restrito aos poucos períodos de tempo seco. Em fevereiro, choveu 230 horas em Paranaguá. Some-se a isso os períodos de abertura e fechamento dos porões, que também aumentam o tempo de interrupção da operação do navio. Mesmo assim, a boa movimentação de janeiro elevou os números e a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) fechou o primeiro bimestre com alta de 7% nas exportações de granéis.
A movimentação de veículos também apresentou alta nos dois primeiros meses do ano, fechando fevereiro com 25.008 unidades movimentadas e crescimento de 26% em relação ao mesmo período de 2010. O destaque ficou por conta das importações, que apresentaram alta de 76% em relação ao mesmo período do ano passado.

CUT debate e divulga suas propostas para uma reforma tributária

21/03/2011
CUT defende o fim do IR para aposentadorias e a dedução dos gastos com alugueis e com planos de saúde, entre outras ideiasEscrito por: CUT NacionalA CUT – Central Única dos Trabalhadores – vai realizar nos dias 21 e 22, em Brasília, um seminário internacional sobre reforma tributária.

No encontro, com a participação de acadêmicos, sindicalistas estrangeiros e de representantes do parlamento e do governo federal, a CUT vai debater e formalizar as suas propostas para as mudanças necessárias na estrutura tributária brasileira.

No dia 22, a partir das 14h, o presidente da CUT, Artur Henrique, e o professor Marcio Pochmann, presidente do IPEA, e outros convidados, dão entrevista coletiva à imprensa.
O seminário será realizado no Hotel Nacional, em Brasília (Setor Hoteleiro Sul - Quadra 01 - Bloco A).

Algumas propostas da CUT para a reforma tributária:
- eliminar a cobrança do imposto de renda sobre as aposentadorias;
- dedução do imposto de renda dos gastos com planos de saúde e educação;
- dedução do imposto de renda para gastos com aluguel;
- redução de impostos sobre produtos de consumo popular;
- aumento da tributação sobre itens de consumo de luxo, como joias, por exemplo;
- aumento do número de faixas da tabela do imposto de renda;
- que o 13º salário passe a ser somado aos 12 salários do ano e, assim, deixe de ter tributação exclusiva;
- incentivo a empresas que empregam muitas pessoas, transferindo parte da contribuição patronal ao INSS para o faturamento, reduzindo a incidência sobre a folha;
- imposto sobre grandes fortunas;
-aumento da participação dos tributos diretos (aplicados sobre a renda) no total arrecadado; entre outras.

O objetivo maior da reforma tributária, na visão da CUT, é promover distribuição de renda, tornando a estrutura de tributos progressiva, ou seja, diminuir a carga sobre quem ganha menos e aumentar para quem ganha mais. Atualmente no Brasil, a estrutura é profundamente regressiva.
Outro ponto fundamental das mudanças deve ser o estímulo à produção, e não à especulação.
Conheça a programação:
‘Seminário Tributos e Desenvolvimento: perspectivas para o trabalho e a distribuição de renda’
Dia 21, segunda-feira
15h – Mesa Inicial
Tributos, Trabalho e Desenvolvimento
Professor dr. Evilásio Salvador – UnB
Anselmo Luiz dos Santos – CESIT/Unicamp

Dia 22, terça-feira
09h30 – Mesa: Experiências internacionais de Sistema Tributário
Klaus Beck– DGB Alemanha

11h -Mesa: Desafios para uma Reforma Tributária no Brasil
Márcio Pochmann – Presidente do IPEA
Cláudio Puty – Deputado Federal PT
Pedro Delarue Tolentino - Presidente SINDFISCO Nacional
Nelson Barbosa – Secretário Executivo do Ministério da Fazenda
Clemente Ganz Lúcio, coordenador do DIEESE
14h – coletiva de imprensa
15h30 – Estratégia e Ações da CUT
Fonte: CUT

sexta-feira, 18 de março de 2011

Dilma quer combater a inflação com crescimento

Uberaba (AE) - A presidente Dilma Rousseff disse ontem que é possível frear a inflação sem estancar o desenvolvimento econômico e sem provocar quedas nos índices de emprego. O caminho ideal, na visão da presidente, é aumentar a oferta de bens e serviços. Isso poderia levar o País a taxas de crescimento constantes, deixando para trás o crescimento de curto alcance, que ela chamou de voo da galinha.

As declarações de Dilma foram feitas em Uberaba (MG), onde participou da cerimônia de assinatura de um protocolo para a implantação de uma fábrica de fertilizantes na cidade e de um gasoduto. Em seu discurso, feito de improviso e com duração de 35 minutos, observou que essas duas obras fazem parte do esforço que tem sido feito no Brasil para que a taxa de crescimento seja constante: “Que não seja aquela taxa do voo da galinha, no qual a gente cresce num ano e no outro, não.” Em seguida, numa alusão à polêmica que se trava hoje dentro e fora do governo sobre a melhor receita para se conter a inflação, observou: “Tem muita gente que acha que você só controla a inflação derrubando o crescimento econômico. Mas se controla a inflação não negociando com ela. Se controla a inflação também fazendo o País crescer, aumentando a oferta de bens e serviços.”

“Coisa preciosa”

Ainda segundo a presidente, o aumento da oferta de produtos gera “uma coisa preciosa, que é o emprego”.
Dilma também fez referência à necessidade de se estimular o mercado interno. O caminho para isso seria a continuidade e o avanço de programas sociais que, iniciados no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, reduziram de forma expressiva o número de famílias pobres no País e incorporaram novos consumidores ao mercado.

“Tirar o restante da pobreza é uma exigência social e ética, mas também econômica”, afirmou. “Um país é medido pelo seu mercado consumidor. Por isso é que fazemos parte dos Brics (sigla criada a partir dos nomes de Brasil, Rússia, India e China, que tiveram crescimento destacado nos últimos anos e ainda apresentam forte potencial econômico). Não somos um Bric por sermos uma economia emergente. O que caracteriza os Brics é o fato de terem milhões de pessoas marginalizadas do crescimento econômica.

Fonte: Tribuna do Norte

Dragagem do porto de Imbituba começa no 2º semestre

A dragagem do canal de entrada do Porto de Imbituba, no Sul do Estado, começa no segundo semestre. O anúncio do investimento de R$ 50 milhões foi feito pelo ministro dos Portos, Leônidas Cristiano, em visita ao terminal, ontem.

A obra aumentará o calado (profundidade) do canal de 11 para 15 metros, o que permitirá a movimentação de navios de maior porte. A verba está incluída no PAC 2 do governo federal, que já liberou R$ 5 milhões para o processo de licitação.

O ministro ainda vistoriu as obras de ampliação do cais, investimento de R$ 150 milhões do grupo Santos Brasil, que administra o terminal de contêineres do porto. Depois seguiu de helicóptero para o Porto de São Francisco. De lá foi a Itajaí, onde assina, hoje, a ordem de serviço para a dragagem dos canais e bacia de evolução do complexo portuário local.

Fonte: Diário Catarinense

Assembleia vai discutir questão portuária noBrasil e no Maranhão

Assembleia vai discutir questão portuária noBrasil e no Maranhão

Extraído de: Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão - 23 horas atrás
A Comissão de Assuntos Municipais e Desenvolvimento Regional da Assembleia Legislativa - por iniciativa do deputado estadual Stênio Resende (PMDB) - realiza no dia 28 de abril, segunda-feira, no Plenário da Casa, o Seminário: Portos no Brasil e no Maranhão.

Para o deputado Stênio Resende (PMDB), 85% do valor do comércio exterior brasileiro são movimentados por meio dos portos nacionais. Segundo ele, o volume de carga no Brasil quase dobrou nos últimos 12 anos, passando de 340 milhões de toneladas para 620 milhões de toneladas.

O deputado observa que 38 navios estão enfileirados na Baía de São Marcos a espera de vagas para carregar no Porto do Itaqui. "Cada navio parado provoca um prejuízo diário de US$ 100 mil aos empresários do setor", afirma.

Stênio Resende calcula que, no final das contas, o prejuízo para a toda a frota de navios parados chega a um total de US$ 3 milhões por dia. "Precisamos saber até que ponto tudo isso atinge o Estado do Maranhão", assinala.

Resende sabe que, no Maranhão, o Complexo Portuário de São Luís - Porto do Itaqui, Porto da Alumar e o Terminal Marítimo Ponta da Madeira - compete em movimentação com importantes portos de alto volume operacional no Brasil.

No ano de 2009, a estimativa de movimentação de cargas no Complexo Portuário de São Luís foi de 104 milhões de toneladas. "Este volume foi superior ao do Porto de Santos, que registrou 82 milhões de toneladas no mesmo período", observa o deputado.
Convidados

Foram convidados a participar do seminário a governadora do Maranhão Roseana Sarney (PMDB), o secretário dos Portos, Leônidas Cristino, e o diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), engenheiro Fernando Fialho, e o diretor da Emap, Paulo Forçatti.

Também foram convidados o diretor do Departamento Hidroviário de São Paulo, Frederico Bussiner, o presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), Wilen Manteli e o presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Luiz Antonio Fayet.

Autor: Cláudio Brito Agência Assembleia