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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Infraestrutura dos portos brasileiros é tema de debate

A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) realizou esta semana, a segunda Audiência Pública para debater a melhoria dos portos brasileiros. O objetivo era discutir sobre a importância da infraestrutura portuária para dinamizar o trabalho nos portos, impulsionar o turismo e diminuir desigualdades regionais.

"A audiência foi proveitosa, pois os expositores apresentaram um relato muito preciso sobre a atual realidade do setor no Brasil. Também tiveram a oportunidade de ouvir dos senadores as principais reivindicações de cada região. Isso traz resultados positivos para a estrutura turística e melhoria do sistema portuário do país", declarou o senador Benedito de Lira, presidente da CDR.

O senador Benedito de Lira ressaltou ainda que, após as explanações, o maior problema detectado por todos é a falta de infraestrutura nos portos brasileiros, e uma parceria entre o Governo Federal e a iniciativa privada poderá solucioná-lo.

A reunião contou com a presença do diretor da Secretaria Nacional de Políticas de Turismo, vinculada ao Ministério de Turismo, Ricardo Martini Moesch; do diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Fernando Antônio Brito Fialho; do diretor de Portos e Costas - Marinha do Brasil, Vice-Almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira; do secretário de Gestão de Programas de Transporte, do Ministério dos Transportes, Miguel Masella; e do presidente da Intersindical da Orla Portuária do Espírito Santo, José Adilson Pereira.
Fonte: Mercado e Eventos

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Ministro dos Portos anuncia investimento em inteligência logística

Um dos destaques do segundo dia da 17ª edição da Intermodal South America, em São Paulo, a mais importante feira de negócios dos setores de logística, transporte de carga e comércio internacional da América Latina, foi a presença do ministro Leônidas Cristino, da Secretaria de Portos. Ele percorreu a feira e visitou diversos estandes para conversar com empresários e autoridades presentes. Aproveitou também para anunciar que o Governo Federal vai investir, nos próximos quatro anos, cerca de R$ 500 milhões em inteligência logística. “Faremos muitos projetos, mas alguns já estão bem adiantados como o Porto sem Papel e o Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP)”, ressaltou o Ministro.


Já o diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Tiago Pereira Lima, que também nesta quarta-feira (6), na Intermodal, anunciou que a presidenta Dilma Rousseff vai acelerar o processo de implantação de uma política de navegação de cabotagem no País. Para ele, este ainda é um modal pouco utilizado no Brasil e a ajuda do Governo Federal será fundamental para mudar este quadro. "O projeto está em fase de discussões na Casa Civil, mas creio que, ao ser aplicado, vai mostrar resultados em dois ou três anos", disse Tiago.
Fonte: Portogente

Portos atingiram o limite em 2010

Valor conômico - 07/04/2011


O sistema portuário nacional está com sua capacidade instalada "praticamente saturada" e precisa de investimentos em ampliações urgentemente, disse ontem o diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Tiago Lima, durante o evento de comércio exterior Intermodal South America, que termina hoje em São Paulo. Dados da agência mostram que os portos nacionais movimentaram 833 milhões de toneladas em 2010, volume que, aposta, deve crescer 20% neste ano, numa projeção otimista.

Apesar dos investimentos em curso, ele avalia que o cenário provável será de filas nos complexos de maior operação. Hoje, 91% da movimentação de cargas em tonelagem está concentrada nos dez maiores portos do país - principalmente Santos (SP), Rio Grande (RS), Itajaí (SC), Paranaguá (PR), portos do Rio de Janeiro, Vitória (ES), Itaqui (MA) e Suape (PE). No caso da movimentação de contêineres, cujo universo é mais concentrado, o impacto pode ser maior. No setor, 86% de contêineres são movimentados por portos públicos, operados pela iniciativa privada por meio de licitação, e apenas 14% por privativos (empreendimentos que não precisam ser licitados, por movimentarem apenas carga do empreendedor).

Lima avalia haver projetos de ampliação em várias regiões, "alguns muito interessantes, tanto de arrendamentos quanto de portos privativos". Em âmbito de terminais privativos, são cerca de 14 em tramitação hoje na agência. Segundo o ministro dos Portos, Leônidas Cristino, em relação a concessões públicas, o sistema também está recebendo investimentos. Ele destacou, além do porto de Manaus (cujo projeto final está para ser encaminhado à Antaq, a quem caberá fazer o edital de licitação), existem alguns projetos de arrendamentos. "Temos algumas coisas encaminhadas em Vila do Conde (PA), um porto de águas profundas em Vitória (ES), e o Porto Sul, na Bahia", disse.

De acordo com o ministro, o poder público planeja aportes em obras de infraestrutura avaliadas em R$ 4,8 bilhões nos próximos quatro anos dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "Fora os investimentos da iniciativa privada. São quantidades expressivas que irão compensar as deficiências existentes hoje nos portos", afirmou.

Atualmente corre um processo no Tribunal de Contas da União (TCU) sobre supostas irregularidades na autorização dada pela Antaq a terminais privativos de contêineres sem licitação, o que era possível até a edição de um decreto de 2008. Três empreendimentos conseguiram aprovação, antes da norma ser baixada, para operar cargas de terceiros e podem prestar um serviço típico de porto público concessionado sem as restrições impostas a estes últimos. A discussão gira em torno da aplicação ou não do decreto também a eles - o que pode levar o disputado setor à Justiça.

A votação no TCU está suspensa. O órgão quer ouvir a SEP, Antaq e até a Casa Civil. O ministro Cristino disse ter recebido a notificação do Tribunal na sexta-feira e pretende discutir o assunto na próxima semana com sua área técnica.

"É necessário saber o que o modelo quer para a política portuária. Uma das principais funções da agência é manter a estabilidade do setor. Então a gente parte do princípio que o investimento feito de boa fé tem de ser preservado. Temos examinado a questão da concorrência com toda a isenção", diz Lima. Ele destacou que a Antaq contratou um estudo da Universidade de Brasília para avaliar se há assimetrias concorrenciais em favor dos privativos. A definição dever sair em até cinco meses. Em caso afirmativo, o grupo de trabalho constituído para analisar o tema dará prazo e critério para a adequação daquele "que investiu de boa fé". O decreto de 2008, por exemplo, não estabeleceu a quantidade de carga própria que o empreendedor de um terminal privativo precisa ter para ser dispensado de prévia licitação.

Mesmo com a demanda batendo na capacidade instalada, Lima avalia que o setor portuário está melhor que os demais. "Hoje a operação portuária já é privatizada, seja por meio dos terminais privativos, seja pelos arrendamentos, que não deixam de ser subconcessões".

Até o fim do ano a Antaq publicará a revisão do Plano Geral de Outorgas portuário, cuja primeira edição foi lançada em 2008, com os números do ano anterior. Hoje, a agência vislumbra 49 áreas na costa com potencial de receberem investimentos - cada qual pode ter mais de um projeto de terminal. Uma das regiões é o litoral sul de São Paulo, na direção de Peruíbe, em cujo litoral a LLX tinha intenção de construir um terminal privativo multicargas. O projeto foi suspenso em 2008, na esteira dos efeitos da crise mundial, mas nunca saiu do radar do grupo. "A LXX permanece interessada em desenvolver um terminal em Peruíbe", diz Lima.

Alguns interlocutores avaliam que existem projetos protocolados na Antaq à espera de avaliação. Um deles diz respeito à ampliação de terminais de contêineres no porto do Rio, há quatro meses na agência, segundo o presidente da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), Jorge Mello. Outro, é a ampliação da área do porto organizado de Santos, que levou um ano para ser aprovada no órgão, o que ocorreu em dezembro. Já a poligonal do porto de Saupe, destacou Lima, foi aprovada em 45 dias. "É totalmente diferente. Suape é fora da cidade, um porto industrial, com a área toda licenciada. O porto de Santos é muito mais complexo, está dentro da cidade, os interesses são inúmeros".

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A FNP conjuntamente com SINDPORTO obtém antecipação de tutela em ação contra Super Terminais de Manaus

FEDERAÇÃO NACIONAL DOS PORTUÁRIOS ingressou com Ação de Obrigação de Fazer com Pedido de Tutela Antecipada, em face do requerido SUPER TERMINAIS – COMÉRCIO E INDÚSTRIA LTDA pretendendo a anulação do Edital de Contratação publicado pelo requerido em 11 de fevereiro de 2.011 através do Jornal A Crítica, para que o requerido deixe de contratar trabalhadores portuários avulsos de capatazia porque em desacordo com a Lei 8.630/93.....


Clique aqui para ler na íntegra o documento


Comunicação FNP

terça-feira, 5 de abril de 2011

A FNP em Processo Judicial consegue anular a resolução 09/96-DEST

A Federação Nacional dos Portuários em Processo Judicial conseguiu afastar, anular e obter a inconstitucionalidade da Resolução .09/96-DEST



Clique aqui
no link para ver na íntegra o documento.




Comunicação FNP