O candidato da coligação Novo Paraná ao governo, Beto Richa afirmou ontem, durante a 25.ª Festa da Tainha em Paranaguá, que os portos do Paraná precisam recuperar a importância estratégica no contexto econômico do Estado. Para Richa, que esteve no litoral acompanhado do candidato a vice-governador, Flávio Arns, é necessário efetivar a modernização do Porto de Paranaguá para que o desenvolvimento do Estado não fique comprometido.
“Nos últimos anos, o Porto de Paranaguá perdeu significativa movimentação de cargas para outros estados, em especial, para Santa Catarina”, afirmou o candidato, que na sexta-feira já havia finalizado uma série de visitas a 20 municípios da região noroeste do Estado. Na noite de sexta-feira, Richa participou de audiência com moradores e liderança de municípios que integram a Comunidade dos Municípios da Região de Campo Mourão (Comcam).
Novas idéias
Candidato a deputado estadual pelo PSDB, Eduardo Pimentel acompanhou a comitiva da coligação Novo Paraná pelo noroeste. O jovem candidato avaliou as visitas como positivas e comprovam a boa receptividade em torno do nome de Beto ao governo. “A população está curiosa em conhecer as propostas do Beto, que representa a renovação na política e na forma de governar. Beto é a imagem do político jovem, que representa novas ideias. Exemplo que eu quero seguir”, afirma o postulante ao legislativo estadual.
Participaram da comitiva em Campo Mourão os candidatos ao Senado, Gustavo Fruet (PSDB) e Ricardo Barros (PP), a deputado federal Luiz Accorsi (PSDB) e Rubens Bueno (PPS), e a estadual Plauto Miró Guimarães (DEM), Nelson Garcia (PSDB) e Douglas Fabrício (PPS).
(Fonte: O Estado do Paraná/Newton Almeida)
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Porto de Paranaguá deve ser modernizado
Governador agradece Secretaria de Portos por início de dragagem em São Francisco do Sul
A Secretaria de Portos (SEP) iniciou, nesta sexta-feira (9), mais uma obra de dragagem de aprofundamento, prevista no Programa Nacional de Dragagem (PND), com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Desta vez é no Porto de São Francisco do Sul, em Santa Catarina (SC). A solenidade de assinatura da ordem de serviço foi feita, em Joinville, pelo diretor de Planejamento Portuário da SEP, Jorge Luiz Zuma e Maia, representando o ministro Pedro Brito, que foi agraciado com uma placa pelo superintendente do porto, Paulo Cesar Cortes Corsi. O evento contou com a presença do governador de Santa Catarina, Leonel Pavan, e outras autoridades locais. Pavan agradeceu especialmente ao ministro Pedro Brito não só pela obra que será iniciada em São Francisco do Sul, mas aos investimentos que a Secretaria de Portos vem fazendo no sistema portuário do Estado.
Os trabalhos serão iniciados tão logo a Capitania dos Portos de Santa Catarina libere a draga Sea Way, que veio de Buenos Aires, na Argentina. A expectativa da comunidade portuária local, segundo o diretor de Planejamento Zuma e Maia em contato com o PortoGente, é que a movimentação de cargas no porto aumente em 30% com a dragagem, com a possibilidade de trazer navios maiores.
A dragagem do Porto de São Francisco do Sul terá duas etapas: dragagem de sedimentos normais e a derrocagem de pedras submersas. “Ao todo, essa obra somará 13 meses de duração. Seis meses para a dragagem de sedimentos e sete meses para a derrocagem”.
O ministro Pedro Brito, tão logo assumiu o cargo em 2007, determinou aos técnicos da SEP que elaborassem um plano nacional de dragagem. “Naquela ocasião”, lembra Zuma e Maia, “não tínhamos muita memória técnica em função do hiato entre a extinção da Portobrás e a criação da Secretaria de Portos. O plano foi feito e aprovado no dia 13 de setembro de 2007, o ministro determinou que avançássemos para elaboração dos projetos de engenharia para poder licitá-los”.
O resultado, comemora o diretor da SEP, é que várias obras estão em andamento nos portos brasileiros, atendendo antiga reivindicação do setor. “Hoje assinamos a 11ª ordem de serviço de dragagem. Estamos com um Plano Nacional de Dragagem compreendendo desde o Porto de Fortaleza (Ceará) ao Porto do Rio Grande, no Rio Grande do Sul”.
O Porto de São Francisco do Sul, situado na Baía da Babitonga, é um dos principais pontos de entrada e saída de mercadorias do Sul do Brasil.
Até o final deste mês, adiantou o diretor de Planejamento Portuário, a SEP estará inaugurando a recuperação do Porto de Itajaí. “Uma obra que o ministro Pedro Brito tomou como prioridade da sua ação frente à SEP e com uma tecnologia fantástica que evitará problemas futuros com enchente”.
Equipamentos
O consórcio Van Oord-Boskalis venceu a licitação pelo valor de R$ 97,9 Milhões. Serão dragados 4,3 milhões de metros cúbicos, que deixarão o porto com a profundidade de 14 metros. Atualmente o porto opera com 12 metros. Serão utilizadas a draga Sea Way, vinda de Buenos Aires, com 13.255 metros cúbicos de cisterna, que fará a dragagem do canal externo e interno em 6 meses; e a draga Hippopotes, de 1600 KW, que irá retirar o material que será perfurado e detonado, na segunda fase, em sete meses.
Fonte: PortoGente
Os trabalhos serão iniciados tão logo a Capitania dos Portos de Santa Catarina libere a draga Sea Way, que veio de Buenos Aires, na Argentina. A expectativa da comunidade portuária local, segundo o diretor de Planejamento Zuma e Maia em contato com o PortoGente, é que a movimentação de cargas no porto aumente em 30% com a dragagem, com a possibilidade de trazer navios maiores.
A dragagem do Porto de São Francisco do Sul terá duas etapas: dragagem de sedimentos normais e a derrocagem de pedras submersas. “Ao todo, essa obra somará 13 meses de duração. Seis meses para a dragagem de sedimentos e sete meses para a derrocagem”.
O ministro Pedro Brito, tão logo assumiu o cargo em 2007, determinou aos técnicos da SEP que elaborassem um plano nacional de dragagem. “Naquela ocasião”, lembra Zuma e Maia, “não tínhamos muita memória técnica em função do hiato entre a extinção da Portobrás e a criação da Secretaria de Portos. O plano foi feito e aprovado no dia 13 de setembro de 2007, o ministro determinou que avançássemos para elaboração dos projetos de engenharia para poder licitá-los”.
O resultado, comemora o diretor da SEP, é que várias obras estão em andamento nos portos brasileiros, atendendo antiga reivindicação do setor. “Hoje assinamos a 11ª ordem de serviço de dragagem. Estamos com um Plano Nacional de Dragagem compreendendo desde o Porto de Fortaleza (Ceará) ao Porto do Rio Grande, no Rio Grande do Sul”.
O Porto de São Francisco do Sul, situado na Baía da Babitonga, é um dos principais pontos de entrada e saída de mercadorias do Sul do Brasil.
Até o final deste mês, adiantou o diretor de Planejamento Portuário, a SEP estará inaugurando a recuperação do Porto de Itajaí. “Uma obra que o ministro Pedro Brito tomou como prioridade da sua ação frente à SEP e com uma tecnologia fantástica que evitará problemas futuros com enchente”.
Equipamentos
O consórcio Van Oord-Boskalis venceu a licitação pelo valor de R$ 97,9 Milhões. Serão dragados 4,3 milhões de metros cúbicos, que deixarão o porto com a profundidade de 14 metros. Atualmente o porto opera com 12 metros. Serão utilizadas a draga Sea Way, vinda de Buenos Aires, com 13.255 metros cúbicos de cisterna, que fará a dragagem do canal externo e interno em 6 meses; e a draga Hippopotes, de 1600 KW, que irá retirar o material que será perfurado e detonado, na segunda fase, em sete meses.
Fonte: PortoGente
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Ordem de serviço será assinada sexta
Amanhã, será assinada a ordem de serviço para mais uma obra de dragagem de aprofundamento do porto de São Francisco do Sul. O consórcio Van Oord-Boskalis venceu a licitação de R$ 97,9 milhões. Serão dragados 4,3 milhões de metros cúbicos, que deixarão o porto com a profundidade de 14 metros. Hoje, o porto opera com 12 metros.
Dois grandes equipamentos estão sendo deslocados para a execução dos trabalhos: a draga Sea Way, vinda de Buenos Aires, com 13.255 metros cúbicos de cisterna, fará a dragagem do canal externo e interno em seis meses, e a Hippopotes, que irá retirar o material que será perfurado e detonado, na segunda fase, em cerca de sete meses de obra.
(Fonte: A Noticia)
Dois grandes equipamentos estão sendo deslocados para a execução dos trabalhos: a draga Sea Way, vinda de Buenos Aires, com 13.255 metros cúbicos de cisterna, fará a dragagem do canal externo e interno em seis meses, e a Hippopotes, que irá retirar o material que será perfurado e detonado, na segunda fase, em cerca de sete meses de obra.
(Fonte: A Noticia)
Ibama volta atrás na decisão de intervenção no Porto de Santos
Em menos de três horas, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) decretou e voltou atrás na decisão de interditar o Porto de Santos, o maior da América Latina e porta de entrada e saída para quase um terço do comércio brasileiro.
Segundo a assessoria da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a determinação de interditar o complexo portuário partiu do escritório do Ibama em São Paulo. No ofício entregue próximo às 18h de hoje (7), o Ibama-SP atribuía a medida à falta da licença ambiental para operação, razão pela qual também havia multado a autoridade portuária em R$ 10 milhões, penalidade também suspensa há pouco.
De acordo com a assessoria da Codesp, a licença está sendo providenciada e todo o processo estava sendo tratado diretamente com a Superintendência do Ibama, em Brasília (DF). Em razão disso, a Codesp teria recorrido e obtido a suspensão não só da interdição, mas também da multa. As operações não chegaram a ser paralisadas, informou a assessoria da Codesp.
Fonte: Agência Brasil - 21h41
Segundo a assessoria da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a determinação de interditar o complexo portuário partiu do escritório do Ibama em São Paulo. No ofício entregue próximo às 18h de hoje (7), o Ibama-SP atribuía a medida à falta da licença ambiental para operação, razão pela qual também havia multado a autoridade portuária em R$ 10 milhões, penalidade também suspensa há pouco.
De acordo com a assessoria da Codesp, a licença está sendo providenciada e todo o processo estava sendo tratado diretamente com a Superintendência do Ibama, em Brasília (DF). Em razão disso, a Codesp teria recorrido e obtido a suspensão não só da interdição, mas também da multa. As operações não chegaram a ser paralisadas, informou a assessoria da Codesp.
Fonte: Agência Brasil - 21h41
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Antaq participa do 11 Portos Brasil
De A Tribuna On-line
A Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq) participou no último mês do 11º Fórum Anual Portos Brasil, que reuniu no período de 16 a 18 de junho, no Rio de Janeiro, especialistas de órgãos públicos e associações empresariais ligados ao setor, do Brasil e do Exterior. O encontro foi promovido pela International Business Communications (IBC).
A Agência esteve representada pelo superintendente de portos, Giovanni Paiva, e pelos gerentes de Regulação Portuária, Fernando Fonseca, e de Meio Ambiente, Marcos Maia Porto.
Paiva proferiu palestra sobre a atualização das regulamentações portuárias. Foram abordadas as normas 1.590 (instalação portuária pública de pequeno porte), 1.555 (estação de transbordo de cargas), 1.695 (terminal de uso privativo), 1.556 (terminal portuário de uso privativo de turismo) e 55 (ocupação de áreas e instalações portuárias). A última resolução, em especial, está em processo de audiência pública e traz, entre as principais novidades, a previsão de contratos não-operacionais - o que possibilita o aproveitamento de áreas destinadas para atividades sócio-culturais.
O projeto de revisão da norma também inova ao prever a utilização de contrato de arrendamento, permissão de uso temporário, contrato de servidão de passagem, contrato de cessão de uso e permissão de uso como instrumentos para formalização da ocupação de áreas nos portos públicos.
Outros debates
O gerente de Meio Ambiente, Marcos Maia Porto, por sua vez, abordou o tema “Dragagem e o seu projeto Ambiental”, durante o seminário “Os Desafios da Dragagem no Brasil e Os Processos Técnicos de Engenharia”, que ocorreu paralelamente ao evento principal.
Durante o Fórum, foram debatidos entre outros temas o desenvolvimento dos portos brasileiros diante dos desafios da gestão operacional; o acesso portuário e projetos de infraestrutura de transportes em rodovias, ferrovias e aquavias; os benefícios das hidrovias para o meio ambiente e o desenvolvimento dos portos fluviais; o papel da regulação na sustentabilidade e competitividade do transporte aquaviário e na atividade portuária; e os entraves ao desenvolvimento do setor de cruzeiros marítimos no Brasil.
Além da Antaq, o encontro contou com a participação de representantes da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos, da Universidade do Vale do Itajaí, Câmara Brasileira de Contêiner e Transporte Multimodal, Grande Porto Marítimo de Le Havre, Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH/ SEP), Merco Shipping Marítima, Ministério dos Transportes, entre outros.
A Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq) participou no último mês do 11º Fórum Anual Portos Brasil, que reuniu no período de 16 a 18 de junho, no Rio de Janeiro, especialistas de órgãos públicos e associações empresariais ligados ao setor, do Brasil e do Exterior. O encontro foi promovido pela International Business Communications (IBC).
A Agência esteve representada pelo superintendente de portos, Giovanni Paiva, e pelos gerentes de Regulação Portuária, Fernando Fonseca, e de Meio Ambiente, Marcos Maia Porto.
Paiva proferiu palestra sobre a atualização das regulamentações portuárias. Foram abordadas as normas 1.590 (instalação portuária pública de pequeno porte), 1.555 (estação de transbordo de cargas), 1.695 (terminal de uso privativo), 1.556 (terminal portuário de uso privativo de turismo) e 55 (ocupação de áreas e instalações portuárias). A última resolução, em especial, está em processo de audiência pública e traz, entre as principais novidades, a previsão de contratos não-operacionais - o que possibilita o aproveitamento de áreas destinadas para atividades sócio-culturais.
O projeto de revisão da norma também inova ao prever a utilização de contrato de arrendamento, permissão de uso temporário, contrato de servidão de passagem, contrato de cessão de uso e permissão de uso como instrumentos para formalização da ocupação de áreas nos portos públicos.
Outros debates
O gerente de Meio Ambiente, Marcos Maia Porto, por sua vez, abordou o tema “Dragagem e o seu projeto Ambiental”, durante o seminário “Os Desafios da Dragagem no Brasil e Os Processos Técnicos de Engenharia”, que ocorreu paralelamente ao evento principal.
Durante o Fórum, foram debatidos entre outros temas o desenvolvimento dos portos brasileiros diante dos desafios da gestão operacional; o acesso portuário e projetos de infraestrutura de transportes em rodovias, ferrovias e aquavias; os benefícios das hidrovias para o meio ambiente e o desenvolvimento dos portos fluviais; o papel da regulação na sustentabilidade e competitividade do transporte aquaviário e na atividade portuária; e os entraves ao desenvolvimento do setor de cruzeiros marítimos no Brasil.
Além da Antaq, o encontro contou com a participação de representantes da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos, da Universidade do Vale do Itajaí, Câmara Brasileira de Contêiner e Transporte Multimodal, Grande Porto Marítimo de Le Havre, Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH/ SEP), Merco Shipping Marítima, Ministério dos Transportes, entre outros.
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