A Companhia Docas do Pará vem investindo intensamente em tecnologia da informação.
A fim de discutir Política Portuária Brasileira, a CDP implantou um novo método que permite trazer pessoas para reuniões sem que elas precisem estar fisicamente no mesmo local : a VIDEOCONFERÊNCIA. O benefício? Economiza gastos de viagens e estadia; permite realizar reuniões para discussão de assuntos urgentes e tomar decisões imediatas; possui áudio e vídeo com excelente qualidade além de ter a sensação de estar fisicamente presente a uma reunião.
O primeiro encontro através da videoconferência aconteceu com participação de representantes de Natal, Brasília, Vitória, Ceará e São Paulo. Esse foi apenas um dos muitos encontros e reuniões que serão realizadas já que o processo de implantação continua nos portos ligados a Companhia Docas do Pará.
Fonte: GERTIN
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Codomar lança pregão para operação de 17 portos do Amazonas
Contrato com a empresa que vai administrar os terminais é de mais de R$ 13 milhões.
Brasília - A Companhia Docas do Maranhão (Codomar) vai contratar empresa para operar 17 terminais hidroviários no Amazonas, dos quais seis foram inaugurados, com a expectativa de entregar outros seis até dezembro deste ano.
O pregão, publicado ontem, no Diário Oficial da União (DOU), estima em mais de R$ 13 milhões o contrato de um ano para a empresa vencedora desenvolver serviços de administração, operação, manutenção preventiva e conservação dos terminais.
O edital prevê, ainda, que futuramente a empresa contratada realizará a cobrança de tarifa pelos serviços prestados nos terminais.
Dos 17 terminais hidroviários, 14 são de responsabilidade da Codomar, empresa vinculada ao Ministério dos Transportes. Seis deles já foram inaugurados e devem ser operados imediatamente, segundo o edital: Nova Olinda do Norte, Urucará , Manaquiri, Urucurituba, Humaitá e Nhamundá.Estão em obras os portos dos municípios de São Paulo de Olivença, Benjamin Constant, Jutaí, Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro, Fonte Boa, Santo Antônio do Içá, Tonantins, Novo Aripuanã, Maués e Novo Airão.
Segundo o diretor de Engenharia e Operações da Codomar, Bento Moreira Lima Neto, os portos de Nhamundá, Maués e Novo Airão, não são de responsabilidade da empresa pública, pois estão sendo tocados pelas prefeituras. Nhamundá concluiu a obra em 2008.
Inaugurações
A previsão de Bento Neto é inaugurar em outubro o porto de Santa Izabel do Rio Negro e, até início de novembro deste ano, os terminais de São Paulo de Olivença e de Benjamin Constant. “A parte civil está pronta, falta acabar a rampa e estamos aproveitando a seca”, disse o diretor de Engenharia e Operações da Codomar.
Para os municípios de Tonantins, Fonte Boa e Novo Aripuanã, a expectativa é entregar as obras até dezembro porque, de acordo com Bento Neto, a cheia do ano passado obrigou a realização de modificações nos projetos e isso provocou atrasos no cronograma.
Como as obras dos terminais de Jutaí, Santo Antônio do Içá e Barcelos começaram este ano, eles só devem ser concluídos no próximo ano. Bento Neto afirmou que, ao contrário da cheia, a vazante dos rios do Estado tem colaborado para que as equipes acelerem o ritmo de trabalho para concluir as obras ainda este ano.A previsão da Codomar é contratar, pelo menos, 178 funcionários.
Bento Neto explicou que os terminais foram divididos em categorias, que prevêem de nove a 13 pessoas trabalhando por terminal e um administrador, que supervisionará os trabalhos da equipe de funcionários.
Com informações: Ana Cláudia Leocádio, da Sucursal em Brasília . portal@d24am.com
Brasília - A Companhia Docas do Maranhão (Codomar) vai contratar empresa para operar 17 terminais hidroviários no Amazonas, dos quais seis foram inaugurados, com a expectativa de entregar outros seis até dezembro deste ano.
O pregão, publicado ontem, no Diário Oficial da União (DOU), estima em mais de R$ 13 milhões o contrato de um ano para a empresa vencedora desenvolver serviços de administração, operação, manutenção preventiva e conservação dos terminais.
O edital prevê, ainda, que futuramente a empresa contratada realizará a cobrança de tarifa pelos serviços prestados nos terminais.
Dos 17 terminais hidroviários, 14 são de responsabilidade da Codomar, empresa vinculada ao Ministério dos Transportes. Seis deles já foram inaugurados e devem ser operados imediatamente, segundo o edital: Nova Olinda do Norte, Urucará , Manaquiri, Urucurituba, Humaitá e Nhamundá.Estão em obras os portos dos municípios de São Paulo de Olivença, Benjamin Constant, Jutaí, Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro, Fonte Boa, Santo Antônio do Içá, Tonantins, Novo Aripuanã, Maués e Novo Airão.
Segundo o diretor de Engenharia e Operações da Codomar, Bento Moreira Lima Neto, os portos de Nhamundá, Maués e Novo Airão, não são de responsabilidade da empresa pública, pois estão sendo tocados pelas prefeituras. Nhamundá concluiu a obra em 2008.
Inaugurações
A previsão de Bento Neto é inaugurar em outubro o porto de Santa Izabel do Rio Negro e, até início de novembro deste ano, os terminais de São Paulo de Olivença e de Benjamin Constant. “A parte civil está pronta, falta acabar a rampa e estamos aproveitando a seca”, disse o diretor de Engenharia e Operações da Codomar.
Para os municípios de Tonantins, Fonte Boa e Novo Aripuanã, a expectativa é entregar as obras até dezembro porque, de acordo com Bento Neto, a cheia do ano passado obrigou a realização de modificações nos projetos e isso provocou atrasos no cronograma.
Como as obras dos terminais de Jutaí, Santo Antônio do Içá e Barcelos começaram este ano, eles só devem ser concluídos no próximo ano. Bento Neto afirmou que, ao contrário da cheia, a vazante dos rios do Estado tem colaborado para que as equipes acelerem o ritmo de trabalho para concluir as obras ainda este ano.A previsão da Codomar é contratar, pelo menos, 178 funcionários.
Bento Neto explicou que os terminais foram divididos em categorias, que prevêem de nove a 13 pessoas trabalhando por terminal e um administrador, que supervisionará os trabalhos da equipe de funcionários.
Com informações: Ana Cláudia Leocádio, da Sucursal em Brasília . portal@d24am.com
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Fialho destaca importância do PGO para o setor portuário durante evento em Santos
O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Fernando Fialho, participou nesta quarta-feira do 5º Fórum Brasil de Comércio Exterior, em Santos. Na ocasião, o executivo destacou a importância do Plano Geral de Outorgas (PGO) para o setor portuário nacional.
Durante palestra, ele citou as vantagens do estudo. “Planejamento estratégico para o setor; tem como fonte o PNLT; considera aspectos ambientais em seu mapeamento; indica áreas para expansão e ampliação das instalações portuárias existentes; permite a divulgação clara das políticas de fomento e desenvolvimento.”
Fialho lembrou que o PGO identificou 19 novas áreas e 45 subáreas para expansão e ampliação das instalações portuárias existentes. O diretor ressaltou que o estudo passará por revisão a cada dois anos.
O diretor enfatizou também as potencialidades hidroviárias do Brasil. “O Brasil conta com 13 mil quilômetros de vias utilizadas economicamente. Mas a extensão total das águas superficiais flúvio-lacustres chega a 63 mil quilômetros”, ressaltou.
Fialho disse, ainda, que “a matriz de transporte brasileira é inversamente proporcional à economia de custos, pois privilegia o transporte rodoviário em relação aos marítimo e ferroviário. Os modais de transportes não são concorrentes, mas complementares entre si”, afirmou, ressaltando que o modal aquaviário emite menos gás carbônico do que o rodoviário.
Codesp e terminais
Em 21 de setembro, Fialho participou de uma reunião com autoridades da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), na sede da entidade. A diretoria da autoridade portuária apresentou à comitiva da Agência alguns dados sobre a movimentação de carga no Porto de Santos.Depois da reunião na Codesp, Fialho realizou uma série de visitas técnicas pelos terminais do Porto de Santos. O diretor-geral visitou o T-Grão, o Marimex, o Tecondi, o Rodrimar e o Deicmar.
Fonte: A tribuna On Line
Durante palestra, ele citou as vantagens do estudo. “Planejamento estratégico para o setor; tem como fonte o PNLT; considera aspectos ambientais em seu mapeamento; indica áreas para expansão e ampliação das instalações portuárias existentes; permite a divulgação clara das políticas de fomento e desenvolvimento.”
Fialho lembrou que o PGO identificou 19 novas áreas e 45 subáreas para expansão e ampliação das instalações portuárias existentes. O diretor ressaltou que o estudo passará por revisão a cada dois anos.
O diretor enfatizou também as potencialidades hidroviárias do Brasil. “O Brasil conta com 13 mil quilômetros de vias utilizadas economicamente. Mas a extensão total das águas superficiais flúvio-lacustres chega a 63 mil quilômetros”, ressaltou.
Fialho disse, ainda, que “a matriz de transporte brasileira é inversamente proporcional à economia de custos, pois privilegia o transporte rodoviário em relação aos marítimo e ferroviário. Os modais de transportes não são concorrentes, mas complementares entre si”, afirmou, ressaltando que o modal aquaviário emite menos gás carbônico do que o rodoviário.
Codesp e terminais
Em 21 de setembro, Fialho participou de uma reunião com autoridades da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), na sede da entidade. A diretoria da autoridade portuária apresentou à comitiva da Agência alguns dados sobre a movimentação de carga no Porto de Santos.Depois da reunião na Codesp, Fialho realizou uma série de visitas técnicas pelos terminais do Porto de Santos. O diretor-geral visitou o T-Grão, o Marimex, o Tecondi, o Rodrimar e o Deicmar.
Fonte: A tribuna On Line
Ministro defende concorrência entre os portos para aumentar a eficiência
Santos (SP) – O ministro dos Portos, Pedro Britto, defendeu hoje (22) a concorrência para melhorar a eficiência no setor. "A concorrência entre os portos é salutar. Hoje, Santos tem o maior porto da América Latina, mas eu acho que falta competição entre portos para que ele seja também o melhor, para que sinta um incômodo positivo. Talvez, quem sabe, este seja nosso próximo desafio: criar um competidor para o porto de Santos para torná-lo ainda melhor", disse o ministro ao participar da 5ª edição do Fórum Brasil Camex, em Santos (SP).
À Agência Brasil, Britto confirmou a intenção do governo federal de "promover a concorrência", mas disse que ainda não há definição sobre qual porto poderia vir a ser escolhido para receber a atenção do Ministério dos Portos. "Existe um plano de promover esta concorrência, mas ainda não sabemos exatamente como fazer isso e nem qual seria o porto escolhido".
Embora concorde com os ganhos decorrentes da competição, o prefeito de Santos, João Paulo Tavares Papa (PMDB), não deixou de ironizar o que classificou como uma provocação saudável. "Concordo com o ministro, mas temos que levar em consideração a excelência alcançada pelo Porto de Santos. Neste momento, criar um concorrente ao nosso porto é tão inviável quanto encontrar um jogador à altura do Pelé".
Ao anunciar que a movimentação de cargas no Porto de Santos durante o mês de agosto deste ano bateu um novo recorde, ultrapassando, pela primeira vez na história, a marca de 9 milhões de toneladas, Britto afirmou que as filas de caminhões e de navios no começo do mês não foi causada por problemas estruturais do porto, mas sim por falhas de logística, causadas principalmente por "deficiências e precariedades nas vias de acesso ao Porto".
"Os menos avisados tentam atribuir as filas de navios e de caminhões a deficiências do porto e está claro que não são", declarou o ministro, reforçando que o grande gargalo é o acesso ao porto. "O atendimento ferroviário e rodoviário está abaixo das necessidades do porto e, portanto, nosso grande desafio é resolver o problema da acessibilidade ao porto", comentou Britto, garantindo que até o final deste ano será concluído o Plano de Acessibilidade. "Temos que explorar todo o potencial hidroviário existente na Baixada Santista, criando zonas de apoio logístico que desafoguem o porto em relação aos caminhões que chegam diariamente".
Fonte: Agência Brasil
À Agência Brasil, Britto confirmou a intenção do governo federal de "promover a concorrência", mas disse que ainda não há definição sobre qual porto poderia vir a ser escolhido para receber a atenção do Ministério dos Portos. "Existe um plano de promover esta concorrência, mas ainda não sabemos exatamente como fazer isso e nem qual seria o porto escolhido".
Embora concorde com os ganhos decorrentes da competição, o prefeito de Santos, João Paulo Tavares Papa (PMDB), não deixou de ironizar o que classificou como uma provocação saudável. "Concordo com o ministro, mas temos que levar em consideração a excelência alcançada pelo Porto de Santos. Neste momento, criar um concorrente ao nosso porto é tão inviável quanto encontrar um jogador à altura do Pelé".
Ao anunciar que a movimentação de cargas no Porto de Santos durante o mês de agosto deste ano bateu um novo recorde, ultrapassando, pela primeira vez na história, a marca de 9 milhões de toneladas, Britto afirmou que as filas de caminhões e de navios no começo do mês não foi causada por problemas estruturais do porto, mas sim por falhas de logística, causadas principalmente por "deficiências e precariedades nas vias de acesso ao Porto".
"Os menos avisados tentam atribuir as filas de navios e de caminhões a deficiências do porto e está claro que não são", declarou o ministro, reforçando que o grande gargalo é o acesso ao porto. "O atendimento ferroviário e rodoviário está abaixo das necessidades do porto e, portanto, nosso grande desafio é resolver o problema da acessibilidade ao porto", comentou Britto, garantindo que até o final deste ano será concluído o Plano de Acessibilidade. "Temos que explorar todo o potencial hidroviário existente na Baixada Santista, criando zonas de apoio logístico que desafoguem o porto em relação aos caminhões que chegam diariamente".
Fonte: Agência Brasil
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